Sam “Momo” Giancana diante do Senado norte-americano

o mafioso sam "momo" giancana depondo no senado, 1959
Sam “Mooney” Giancana, 9 de junho de 1959. Créditos: ©Bettmann/Corbis, ID: 42-18968501.

O chefão mafioso Sam Giancana à vontade durante sessão de interrogatório da Comissão do Senado estadunidense contra o Sindicato do Crime (Cosa Nostra) em 1959. Reputado como o Chefão de Chicago, Giancana invocou a Quinta Emenda da Constituição norte-americana — onde se crava o direito de permanecer calado — e se recusou a falar o que os congressistas desejavam escutar.

Salvatore Giancana, mais conhecido como Sam “Momo” Giancana, o açougueiro de Chicago, tornou-se conhecido por sua falta de escrúpulos e por estar ligado a diversas mortes mundialmente famosas, como os assassinatos dos irmãos Kennedy, John F. (Presidente dos Estados Unidos) e Robert F. (então candidato à Presidência) e do suposto suicídio de Marilyn Monroe (que teria sido realizado em parceria com a CIA, pois Monroe “sabia” demais).

Sam “Momo” Giancana teve Al Capone como inspiração pessoal de trabalho, tendo, inclusive, trabalhado para este e possivelmente participado do famoso Massacre do Dia de São Valentim. É muitas vezes apontado como a personificação do sonho antiamericano e o mais perverso chefão da Máfia.

Momo (Louco) terminou assassinado em 1975 e sua morte costuma ser ironicamente considerada “justa” por pesquisadores, visto que sua vida parece ter sido motivada por pura violência.

REFERÊNCIAS:
CARTER, Lauren. Os gangsteres mais perversos da História. trad. Magda Lopes. São Paulo: Planeta do Brasil, 2007.
SMITH, Jo Durden. A História da Máfia. trad. Beatriz Medina. São Paulo: M. Books do Brasil, 2015.