Maurício de Nassau e o projeto Brasil Holandês

maurício de nassau
Maurício de Nassau, um conde alemão, foi o encarregado por governar Pernambuco no século XVI, após as invasões holandesas no Brasil. Créditos: Jan de Baen / Montagem: Eudes Bezerra.

Maurício de Nassau, um conde alemão, foi o encarregado por governar a capitania de Pernambuco no século XVI, após as invasões holandesas do Brasil Colônia.

 Pelos seus feitos, os primeiros realizados nos trópicos, seu governo ganhou o respeito de muitos, incluindo dos próprios portugueses que moravam em Recife, então sede do governo da Cidade Maurícia.

Calvinista, o conde determinou a liberdade religiosa, foi tolerante com os católicos e, segundo consta nos documentos, também com os chamados ‘criptojudeus’, os cristãos-novos que até então praticavam seu culto às escondidas.

Comerciantes de origem judaica atuavam fortemente no Recife, e havia duas sinagogas em atividade nas décadas de 1640.

Nassau favoreceu a vinda de artistas, naturalistas e letrados para Pernambuco” (SCHWARCZ; STARLING, 2015, p. 60)

Boa leitura!

SUMÁRIO: MAURÍCIO DE NASSAU NO BRASIL

1. Breve histórico: União Ibérica e as Invasões Holandesas no Brasil
⠀⠀1.1 União Ibérica
⠀⠀1.2 Invasões Holandesas no Brasil
2. Maurício de Nassau em Pernambuco
3. Esplendor da colonização holandesa no Brasil
4. Construções e marcos de Maurício de Nassau em Pernambuco
⠀⠀4.1 Fortes holandeses
⠀⠀4.2 O Jardim de Maurício de Nassau
⠀⠀4.3 Liberdade religiosa em destaque
5. Frans Post, Albert Eckhout e Zacharias Wagner
⠀⠀5.1 Frans Post
⠀⠀5.2 Albert Eckhout
⠀⠀5.3 Zacharias Wagner
6. Demissão de Maurício de Nassau, o Brasileiro
⠀⠀6.1 Lembranças do Governo Nassoviano (1637–1644)
7. Declínio do Brasil Holandês
8. Insurreição Pernambucana
9. Tratado de Haia: fim das hostilidades
10. Holandeses nas Antilhas
Referências

1. BREVE HISTÓRICO: UNIÃO IBÉRICA E AS INVASÕES HOLANDESAS NO BRASIL

1.1 União Ibérica

Após a morte do rei Dom Sebastião no Marrocos em 1578, o trono português ficou vago pela ausência de herdeiro direto.

Por um tempo, tentou-se que um tio do rei morto assumisse o trono, mas este, que já contava muitos anos, faleceu dois anos depois.

Com isso, um parente ainda mais distante (e poderoso), Felipe II, rei da Espanha, assumiu a coroa de Portugal, originando a União Ibérica que existiria entre 1580 e 1640, quando por fim Portugal retomaria sua independência.

felipe II da espanha
Felipe II da Espanha. Créditos: António Mouro / Mosteiro Escorial,  San Lorenzo de El Escorial, Espanha.

1.2 Invasões Holandesas no Brasil

Durante o tempo da União Ibérica, os holandeses aproveitaram a fragilidade da coroa portuguesa para invadir e pilhar dezenas de centros urbanos e portos, sendo ora na América ora na África.

Os holandeses, inimigos ferrenhos dos espanhóis, possuíam motivações de sobra para reduzir a influência espanhola e ao mesmo tempo conseguir grandes fortunas.

Com isso, tivemos diversas invasões na costa brasileira, sendo a principal a vitoriosa conquista da capitania de Pernambuco, então uma das mais prósperas e ricas do Brasil Colônia.

Para invasão, os esquadra holandesa, financiada pela Companhia das Índias Ocidentais, despachou cerca de 65 embarcações com aproximadamente 7280 homens, na maioria soldados.

A 14 de fevereiro de 1530, a então capital Olinda era conquistada após ser duramente castigada pela invasão neerlandesa (holandesa).

mapa da conquista da capitania de pernambuco
Com a conquista (e destruição) de Olinda, o centro urbano mais rico do Brasil Colônia, a invasão holandesa havia alcançado o desejado: o sucesso em terras no chamado “Novo Mundo”, onde a produção de açúcar significava grande riqueza à época. Créditos: Mapa holandês celebrando a conquista de Olinda e Recife, Créditos: Nicolaas Visscher.

2. MAURÍCIO DE NASSAU EM PERNAMBUCO

A chegada do conde alemão João Maurício de Nassau-Siegen, então com 32 anos de idade e pertencente à Casa de Orange, ocorreu no ano de 1637 e logo teria lamentado os tantos estragos ocasionados à cidade de Olinda.

Por ocasião do desembarque no que viria a ser chamado de Brasil, Nassau também notou o desânimo no olhar dos moradores e uma série de problemas, como a fome e a crise sanitária.

Nassau se pôs a trabalhar desde logo para restaurar ao máximo todo o estrago causado na invasão, que já remontava anos, mas que pouco ou nada havia sido refeito.

Enviado como governante, Maurício de Nassau acabaria por criar um verdadeiro projeto arquitetônico, que ainda hoje se encontra de pé no Nordeste, principalmente em Pernambuco.

maurício de nassau de jan de baen
Quem foi Maurício de Nassau? Um nobre alemão contratado como governador pela Companhia Holandesa das Índias Ocidentais para governar o Brasil Holandês. Em um segundo momento, um restaurador e líder conciliador que marcou profundamente a sociedade pernambucana. Créditos: Jan de Baen.

3. ESPLENDOR DA COLONIZAÇÃO HOLANDESA NO BRASIL

Nassau garantiu empréstimos para a reconstrução dos engenhos de açúcar, assim como a sua compra a terceiros, visto que muitos dos senhores (portugueses) haviam fugido durante a invasão.

Com isso, os engenhos, que estariam na ordem de 121 “correntes e moentes”, o que rivalizava com a própria capital, Salvador, foram reintegrados ao sistema.

Voltando a funcionar com plenitude, teve-se também o auge do ciclo açucareiro no Brasil Colônia ― estranhamente não realizado pelos portugueses que haviam se estabelecido primeiro.

Entre outras medidas, Nassau também:

  • Forneceu créditos para a compra de equipamentos das “fábricas”;
  • Acabou com a fome existente, obrigando os proprietários a cultivarem a mandioca, a chamada pão da terra;
  • Restabeleceu o tráfico de escravos; e
  • Concedeu liberdade religiosa.

Igualmente como as mudanças no setor de açucareiro pernambucano, igualmente houve mudanças significativas na cidade de Recife, sede da Nova Holanda.

4. CONSTRUÇÕES E MARCOS DE MAURÍCIO DE NASSAU EM PERNAMBUCO

À medida em que os domínios holandeses iam crescendo, Nassau e seus projetistas ampliavam as defesas costeiras com fortes, como o Forte Orange, na Ilha de Itamaracá, no litoral norte de Pernambuco e ainda de pé.

4.1 Fortes holandeses

Entre os mais belos e robustos fortes construídos no período holandês, como o do Brum, encontra-se também o chamado Forte das Cinco Pontas, o qual atualmente abriga o Museu da Cidade de Recife.

maurício de nassau forte das cinco pontes
O Forte das Cinco Pontas atualmente possui quatro pontas após reforma portuguesa. Contudo, os próprios pernambucanos, assim como os governos municipal e estadual, chamam de Forte das Cinco Pontas. Créditos: autoria desconhecida.

4.2 O Jardim de Maurício de Nassau

Nassau também construiu um impressionante jardim com centenas ou milhares de árvores e plantas exóticas, o que criou um magnífico espaço de convívio e que ainda hoje pode ser parcialmente, incluindo um impressionante Baobá.

Maurício de Nassau, um coronel de carreira conhecido por ser conciliador, parece ter tentado fazer de Recife sua obra-prima, como as respeitadas pesquisadoras e professoras pronunciam a seguir:

O governador [Maurício de Nassau] ergueu palácios, um templo calvinista, e instalou o primeiro observatório (que anotou um eclipse solar em 1640); tratou do calçamento de algumas vias e do saneamento urbano.

Outra medida importante foi determinar que se cobrissem todas as ruas com areia, para que elas não encharcassem. Era preciso repetir a operação duas vezes ao dia, senão se corria o risco de pagar uma multa de seis florins.

Sob a mesma pena, ficava proibido ‘lançar lixo nas ruas’ ou jogar bagaço (de cana) nos rios e açudes, pois isso impediria a proliferação dos peixes de água doce, alimento básico das populações pobres.

Nassau ainda mandou construir três pontes, as primeiras grandes de grandes proporções no Brasil (SCHWARCZ; STARLING, p. 61, 2015, acréscimo nosso)

maurício de nassau o palácio de friburgo
Retratação do primeiro palácio das Américas, o Palácio de Friburgo, em uma retratação do artista holandês Frans Post / Instituto Itaú Cultural, (de São Paulo).

4.3 Liberdade religiosa em destaque

Nassau permitiu a liberdade religiosa e trouxe pintores, botânicos, entre outros para que trabalhassem retratando as novas terras.

Durante o seu governo também foi criada a primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, na chamada rua dos judeus (rua do Bom Jesus), e que hoje abriga um belo museu da história judaica.

maurício de nassau primeira sinagoga das américas
A primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, na chamada rua dos judeus, no Sítio Histórico do Recife Antigo. Créditos: autoria desconhecida.

5. FRANS POST, ALBERT ECKHOUT E ZACHARIAS WAGNER

Maurício em sua comitiva trouxe dois artistas que se destacariam bastante ao retratar Pernambuco, Maranhão e parte da Bahia à época, Frans Post e Albert Eckhout, ambos holandeses.

Também esteve nos trópicos Zacharias Wagner, outro ilustre pintor, dessa vez alemão nascido na histórica cidade de Dresden.

Esses artistas, entre outros, criaram um rico quadro do projeto Brasil Holandês com centenas de pinturas e ilustrações ora em quadros ora em cadernos, onde descreveram diversas cenas do ainda chamado “Novo Mundo”.

5.1 Frans Post

Frans Post desembarcou com Nassau aos 24 anos de idade e se dedicou às pinturas com foco nas paisagens, o que lhe cativava e encantava ao ver a diversidade e a sua correspondente fauna.

Além das numerosas paisagens, também retratou portos e fortes, como se fossem fotos horizontais destacando a vastidão das terras, dos rios e mares e do Céu, tudo com um reconhecido detalhamento no tocante à topografia local.

paisagem de frans post durante o o governo de maurício de nassau
A beleza dos trópicos teria encantado Frans Post, que fez inúmeras retratações, mostrando, inclusive, festejos religiosos da população negra. Créditos: “Paisagem brasileira com uma casa em construção”, de Frans Post / Casa Maurícia (Mauritshuis), Haia, Holanda.

5.2 Albert Eckhout

Diferentemente de Post, Albert Eckhout se notabilizou por retratar nativos e frutas da região, o que daria registros importantes ao Brasil acerca daquele período.

Uma curiosidade é que algumas de suas obras foram fruto de presente de Maurício de Nassau ao rei-Sol, Luís XIV, da França, que, intrigado e maravilhado, mandou reproduzir em tapeçarias.

pintura de albert eckhout retratando dança indígena durante o governo de maurício de nassau
Albert Eckhout se destacou na retratação de nativos e frutas da região. Créditos: “Dança dos Tapuias”, de Albert Eckhout / Museu Nacional da Dinamarca, Dinamarca.

5.3 Zacharias Wagner

Zacharias Wagner se destacaria pelo registro de inúmeros animais e pessoas, quase sempre trazendo anotações acerca do que retratava.

Foram mais de 100 registros realizados pelo artista, como no exemplo abaixo:

retratação de zacharias wagner durante período nassoviano
Retratação de um caranguejo, um dos símbolos populares da cidade de Recife, a cidade natal do Manguebeat de Chico Science e da Nação Zumbi. Créditos: Zacharias Wagner, 1641 / Coleção: Kupferstich-Kabinett, Dresden, Alemanha.

6. DEMISSÃO DE MAURÍCIO DE NASSAU, O BRASILEIRO

Apesar do trabalho de Nassau estar sendo exemplar como governante da época, as contas da Companhia das Índias Ocidentais não estavam agradando seus financiadores.

A Companhia determinava regras bem claras de exploração, como bem ditava o sistema mercantilista da época.

Isso determinou a demissão de Nassau, que partiu melancolicamente em fins de 1643, chegando à Europa em 1644, para ocupar cargos importantes por seu trato exemplar com os mais variados grupos políticos ou não.

Maurício de Nassau e seus conselheiros, antevendo movimentações lusitanas na Bahia, ainda sob controle ibérico, avisou com cartas a Holanda sobre eventuais insurreições contra o domínio holandês no futuro próximo.

Por fim, com a partida de Maurício de Nassau, também caiu por terra seu projeto, o que iniciou outro período: a decadência do chamado Brasil Holandês.

6.1 Lembranças do Governo Nassoviano (1637–1644)

estátua de maurício de nassau em recife
Como afirmou o historiador britânico, Charles Boxer (especialista na colonização holandesa e portuguesa): “Maurício de Nassau era um administrador de primeira categoria”. Créditos: Paulo Castagna / Wikipedia Commons.

Na imagem acima, é possível ver uma das tantas estátuas de Maurício Nassau, como se é possível ver em vários locais, como no Castelo de Brennand (Instituto Ricardo Brennand).

No site do Castelo de Brennand, como é popularmente conhecimento, é possível fazer um tour virtual em um dos museus mais renomados do planeta ― a visita ao castelo é mais que recomendada, trata-se de obrigatória!

Ainda sobre a estátua acima, esta, em especial, encontra-se erguida especificamente sobre o mesmo chão onde o conde alemão teria construído o seu jardim e o Palácio de Friburgo.

A estátua de Nassau se encontra olhando para frente, onde atualmente se encontra o Paço das Princesas, o palácio sede do Governo de Pernambuco, como se fosse uma recordação dos tempos do Período Nassoviano a guiar os governantes.

ponte maurício de nassau no recife
Entre os marcos arquitetônicos do governo de Maurício de Nassau, encontra-se a ponte Maurício de Nassau, em Recife, que liga as ilhas do Recife Antigo a de Santo Antônio. Créditos: autoria desconhecida.

7. DECLÍNIO DO BRASIL HOLANDÊS

Com a partida de Nassau e o consequente entendimento entre a companhia neerlandesa e os seus subordinados, diversas insatisfações tomaram conta dos domínios holandeses.

Essas insatisfações, como a cobrança dos créditos aos senhores de engenho, acabariam por minar o governo holandês.

Paralelamente, o Reino de Portugal, que havia restabelecido sua soberania em 1640 diante da coroa espanhola e negociava com os holandeses a devolução dos seus antigos domínios, já juntava tropas e incitava uma revolta contra os holandeses.

Assim, entre outros fatores externos contrários que fragilizaram a Companhia Holandesa, uma grande revolta armada foi engatilhada: a Insurreição Pernambucana.

8. INSURREIÇÃO PERNAMBUCANA

A Insurreição Pernambucana, tradicionalmente contemporizada entre 1645 e 1654, deu início às resistências, tendo a guerrilha sido fundamental para a derrota holandesa.

Derrota militar ocorrida após as duas Batalhas dos Guararapes, sendo a primeira no ano de 1648 e a segunda no ano seguinte, 1649.

Essas duas batalhas selaram o declínio definitivo da Companhia Holandesas nas Índias Ocidentais no território brasileiro, ainda que por alguns anos os holandeses, restritos aos seus fortes e centros bem defendidos, resistissem.

As decisivas batalhas que se seguiriam, supostamente, assinalaria a criação do exército brasileiro, por conter brancos, indígenas e negros alforriados.

Hoje, na região onde ocorreram as batalhas existem placas com os dizeres: “A Pátria nasceu aqui”, referindo aos conflitos decisivos nos Montes dos Guararapes, na cidade de Jaboatão dos Guararapes.

batalha dos guararapes na insurreição pernambucana
Nas Batalhas dos Guararapes, as tropas luso-brasileiras ― compostas por brancos, indígenas e negros alforriados ― tornaram irremediável o papel da companhia holandesa no Brasil, visto que ninguém mais desejava investir na mesma para este fim (permanecer no Brasil). Créditos: Victor Meirelles / Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.

9. TRATADO DE HAIA: FIM DAS HOSTILIDADES

Os holandeses só se retiraram e juraram não mais invadir as possessões portuguesas após uma arbitragem na cidade de Haia, na atual Holanda, onde recebeu uma polpuda indenização e concessões da parte de Portugal.

Entre as entregas de Portugal, encontram:

  • Pagamento de 4 a 6 toneladas de ouro à época (informações imprecisas nas pesquisas);
  • Cessão dos territórios do atual Sri Lanka e Malabar; e
  • Privilégios no comércio açucareiro com o Brasil.

Assim, pôs-se fim ao período conhecido como Brasil Holandês, também chamada pela historiografia tradicional como Invasões Holandesas.

10. HOLANDESES NAS ANTILHAS

Portugal e Holanda, após tudo, retomaram a sua antiga parceria comercial (quebrada com a União Ibérica), embora os holandeses tenham, mais uma vez, suplantado o sistema mercantil português.

Os holandeses se estabeleceram nas Antilhas (atual Caribe), onde produziram açúcar de melhor qualidade, tornando o açúcar brasileiro menos acessível na Europa, visto que os holandeses também controlavam importantes rotas mercantis.

Portugal, por sua vez, só viria a vivenciar um relevante ciclo econômico com a descoberta do ouro nas Minas Gerais.


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REFERÊNCIA(S):

BRAICK, Patrícia Ramos; MOTA, Myriam Becho. História: das cavernas ao terceiro milênio. 3ª ed. reform. e atual. São Paulo: Moderna, 2007.
FAUSTO, Boris; FAUSTO, Sérgio (colab). História do Brasil. 14ª ed. atual. e ampl., 2º reimpr. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2015.
MELLO, José Antônio Gonsalves de. Tempo dos Flamengos: A influência da ocupação holandesa na vida e cultura do norte do Brasil. 3ª ed. Rio de Janeiro: Top Books, 2001.
MICELI, Paulo. História Moderna. 4ª reimpressão. São Paulo: Contexto, 2020.
SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. 1ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
SILVA, Kalina Vanderlei; SILVA, Maciel Henrique. Dicionário de conceitos históricos. 3. ed., 9ª reimpressão. São Paulo: Contexto, 2020.
VINCENTINO, Cláudio; DORIGO, Gianpaolo. História Geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2002.
WOOLF, Alex. Uma nova história do mundo. São Paulo: M. Books do Brasil Editora Ltda, 2014.
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Autor: Eudes Bezerra

33 anos, pernambucano arretado, bacharel em Direito e graduando em História. Diligencia pesquisas especialmente sobre História Militar, Crime Organizado e Sistema Penitenciário. Gosta de ler, escrever, planejar e principalmente executar o que planeja. Na Internet, atua de despachante a patrão, enfatizando a criação de conteúdo.

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