Batalhas Históricas

Batalha de Queroneia: a Macedônia conquista a Grécia

A Batalha de Queroneia assinalou o fim da liberdade das cidades gregas sob a submissão de Filipe II e Alexandre (o Grande).


Ilustração da Batalha de Queroneia onde as forças macedônias venceram as gregas, subjugando as cidades gregas livres.
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Ilustração da Batalha de Queroneia onde as forças macedônias venceram as gregas, subjugando as cidades gregas livres.
A Batalha de Queroneia assinalou o fim da liberdade das cidades gregas sob a submissão de Filipe II e Alexandre (o Grande). Créditos: Eudes Bezerra / AI, Creative Commons.

A Batalha de Queroneia marcou a subjugação da Grécia através do expansionismo do Império da Macedônia de Filipe II e do seu filho, Alexandre III — futuro Alexandre, o Grande! —, em um rolo compressor que passaria por cima de povos e impérios da Grécia até a Índia.

Filipe II, um rei-guerreiro e político habilidoso, havia transformado um país, antes acorrentado a jugo estrangeiro, em uma potência que terminaria por lançar a segunda maior campanha militar de conquista territorial da história.

Essa grande expedição de conquista seria realizada através de um mortífero exército — com as falanges macedônicas e a cavalaria de elite — sob o comando colossal de Alexandre Magno.

Nota: por didática, diversos pontos soam repetitivos, mas apenas leia com atenção para que isso se fixe durante o aprendizado.

Boa leitura!

TÓPICOS SOBRE A BATALHA DE QUERONEIA

1. Contexto histórico da Batalha de Queroneia
⠀⠀1.1 Contexto da Macedônia
⠀⠀1.2 Contexto da Grécia
⠀⠀1.3 Reação grega tardia ao expansionismo da Macedônia
2. Batalha de Queroneia
⠀⠀2.1 Números: contingentes e baixas da Batalha de Queroneia
⠀⠀⠀⠀2.1.1 Baixas da Batalha de Queroneia
⠀⠀2.2 Os exércitos em formação de batalha
3. Teatro de guerra: vitória da Macedônia na Batalha de Queroneia
⠀⠀3.1. Manobra de Filipe II e o colapso do flanco ateniense
⠀⠀3.2. Manobra de Alexandre e a destruição da Banda Sagrada Tebana
4. Consequências da Batalha de Queroneia
5. Comentários sobre a Batalha de Queroneia
Referências

Busto de Filipe II, rei da Macedônia e pai de Alexandre, o Grande.
Busto de Filipe II da Macedônia. Créditos: Richard Mortel / Busto constante em Ny Carlsberg Glyptotek, Copenhague, Dinamarca / Creative Commons.

CONTEXTO HISTÓRICO DA BATALHA DE QUERONEIA

Quando por ocasião da Batalha de Queroneia, ocorrida em 338 a.C., a Macedônia e as cidades-Estado da Grécia viviam momentos bem diferentes.

Os macedônios se encontravam em franca expansão enquanto os vizinhos do sul, os gregos, atravessavam um momento turbulento e, como sempre, disputavam entre si através da política, quando não através das armas.

Demóstenes (384 – 322 a.C.), um importante líder e estadista influente de Atenas, havia tentado alertar os gregos para o expressivo avanço tecnológico-militar de Filipe II da Macedônia…

Filipe II, um rei astuto e plenamente consciente do funcionamento da política em algumas das mais importantes cidades-Estados da Grécia, conseguiu avançar diplomaticamente em uma direção que, fatalmente, apenas seria resolvida com força das armas do seu exército.

Assim, ocorreu a Batalha de Queroneia, disputada em 2 de agosto de 338 a.C., quando Filipe II e o seu filho, o jovem príncipe Alexandre Magno, declararam a conquista da Grécia.

Busto de Demóstenes de Atenas.
Busto de Demóstenes, da Grécia (ateniense), que tanto alertou sobre os perigos da política de Filipe II. Créditos: Eric Gaba (fotógrafo) / Busto constante no Museu do Louvre, Paris, França / Creative Commons.

Contexto da Macedônia

Antes do confronto na planície de Queroneia, a Macedônia caminhava em vias expansionistas sob o reinado de Filipe II, pai de Alexandre, o Grande.

Filipe II, que reinou entre 359 e 336 a.C., promoveu o fortalecimento militar da Macedônia, conseguindo romper o jugo após confrontos contra os Ilírios, um povo indo-europeu que habitava os Balcãs.

Filipe também tornou viável um contínuo crescimento territorial ora pela força das armas ora por uma hábil, dinâmica e vitoriosa diplomacia.

Os esforços de Filipe II, também conhecido como Filipe, o Caolho, modernizaram a face da guerra por meio de uma nova e revolucionária arma de guerra.

Esta arma histórica foi testada com extremo sucesso nas mais variadas ocasiões por Alexandre Magno e contra os mais diversos exércitos do seu tempo: tratava-se da avassaladora falange macedônica.

Assim, buscando expandir suas fronteiras, em pouco tempo houve choque de interesses entre a Macedônia e algumas cidades-Estados gregas, como Atenas e Tebas.

Ilustração retratando o avanço de uma falange macedônica vista frontalmente.
“Na medida em que avançava, imobilizava, desorganizava e destruía a frente adversária, permitindo à cavalaria — e demais unidades auxiliares — atacar o inimigo pelos flancos (lados) ou retaguarda.” (BEZERRA, 2025, p. s/p). Créditos: Andrei Karatchouk.

Contexto da Grécia

A Grécia, diferentemente da Macedônia, encontrava-se frágil, tendo muitas de suas pólis em virtual decadência por conta da Guerra do Peloponeso (431-404 a.C.), que havia sugado grandes somas de recursos financeiros e humanos por décadas.

Entre as consequências da Guerra do Peloponeso, que marca o fim do Período Clássico da Grécia Antiga, também se encontravam as mais diversas dificuldades das maiores e mais poderosas cidades-Estados para conter as menores.

No entanto, embora com muitas cidades fragilizadas economicamente, a Grécia era plenamente capaz de guerrear e assim começou a reunir um vasto exército em 339 a.C. para finalmente atacar a Macedônia em 338 a.C.

Reação grega tardia ao expansionismo da Macedônia

As pólis gregas, tardiamente despertadas para o avanço do Império da Macedônia, formaram uma coalizão sob a liderança de Tebas e Atenas e se lançaram em uma ofensiva militar contra o expansionismo macedônio.

Em vão. Os tantos avisos de Demóstenes e outros haviam sido negligenciados por tempo demais.

A Macedônia se avolumava constante e ferozmente, consumindo cidades e povos menores e com a coalizão grega não seria diferente — e não foi.

Mapa mostrando o território e a influência do Império da Macedônia.
Mapa mostrando o território e a influência do Império da Macedônia. Créditos: Marsyas / Wikimedia Commons.

A BATALHA DE QUERONEIA

A Batalha de Queroneia ocorreu no dia 2 de agosto de 338 a.C., nas planícies da cidade de mesmo nome, Queroneia, nas proximidades de Tebas, Grécia central, e ficou marcada por uma impressionante vitória das forças macedônias sobre as gregas.

Sob a liderança de Filipe II e do ainda muito jovem comandante da cavalaria, o príncipe Alexandre, então com 18 anos de idade, os macedônios conquistaram uma vitória que tomou a independência das cidades-Estados gregas livres.

Números: contingentes e baixas da Batalha de Queroneia

Como em quase todo dado estatístico do mundo antigo, os números são sempre aproximados e não raramente esdrúxulos, senão com totais absurdos em escala.

Na Batalha de Queroneia, estima-se que havia um equilíbrio quantitativo de forças, onde a vantagem numérica não exerceu papel preponderante.

A coalizão aliada grega para a campanha contabilizava cerca de 35 mil soldados, incluindo os 300 soldados da feroz Banda Sagrada Tebana, uma unidade de elite criada para lutar contra os espartanos décadas antes.

Os espartanos não lutaram na Batalha de Queroneia. Esparta se encontrava fraca e sem a tradicional influência que havia exercido no passado recente (até a Guerra do Peloponeso).

Além disso, quando os espartanos não desejavam lutar, algo raro, não se buscava provocá-los porque a tradição militar espartana, mesmo fragilizada, ainda impunha elementos orgulhosos e profissionais à época.

Os macedônios, por sua vez, contavam com um pouco menos de tropas que a coalizão grega, algo perto dos 30 mil soldados de infantaria e 2 mil de cavalaria.

Baixas da Batalha de Queroneia

Após a luta, as baixas gregas somaram alguns milhares entre mortos (2 mil) e capturados (algo entre 3 e 4 mil).

Entre as baixas gregas, também se encontrava  a totalidade da Banda Sagrada Tebana (300 soldados), a histórica unidade de elite de Tebas.

As baixas macedônicas, surpreendentemente, não teriam passado de algumas dezenas, o que atestou o sucesso do formidável exército de Filipe II e o comando superior de Alexandre Magno que teria se notabilizado na luta.

Epaminondas defendendo Pelópidas contra os espartanos na Batalha de Leuctra.
Os históricos e vitoriosos comandantes tebanos Epaminondas Pelópidas lutando contra os ferozes espartanos décadas antes da Batalha de Queroneia. Créditos: William Rainey, 1900 / Creative Commons.

Os exércitos em formação de batalha

Para o confronto, o exército macedônio se pôs em formação de batalha, deixando os seus batalhões de falangistas no centro e os escudeiros liderados por Filipe II no flanco esquerdo. Ao que parece, também havia uma pequena cavalaria com Filipe.

A cavalaria liderada por Alexandre III, chamada de hetairoi e mais conhecida como Os Companheiros do Rei (ou só Companheiros), posicionou-se no flanco direito.

Toda a formação grega foi posicionada em uma forte posição defensiva que possuía vantagem de terreno e a sua linha de combate se alongava por cerca de 4 quilômetros.

O exército grego, ao que parece, não possuía diferença de tipos de tropas consideráveis, sendo formado pela tradicional falange grega armada com grandes escudos e lanças.

Sabe-se que na extremidade do flanco direito estava o Batalhão Sagrado de Tebas, ficando de frente para a cavalaria liderada por Alexandre III.

Ilustração da Batalha de Queroneia de Edmundo Ollier.
Ilustração da Batalha de Queroneia (338 a.C.). Créditos: Edmundo Ollier, 1882 / Creative Commons.

TEATRO DE GUERRA: VITÓRIA DA MACEDÔNIA NA BATALHA DE QUERONEIA

Os detalhes da batalha são extremamente vagos e controversos entre si, mesmo com um número absurdo de referências, tanto da época quanto da atualidade, viabilizando a discussão sobre esta inquietante e interessante questão.

Dentro das possibilidades mais aceitáveis e que, de certa forma convergem na mesma direção, depara-se com a luta em pé de igualdade por algum tempo.

Os aliados gregos, cientes de sua forte posição e sem a necessidade de avançar sobre os macedônios, preservaram-se ao permanecer na defensiva, deixando o fardo do avanço para os soldados estrangeiros.

Manobra de Filipe II e o colapso do flanco ateniense

O chefe-guerreiro Filipe II, desejando contornar essa difícil situação, teria ordenado um recuo calculado do flanco esquerdo (escudeiros) em duas etapas que, ao que parece, combatiam os atenienses frontalmente.

A primeira etapa se tratava de um recuo lento e com os escudeiros ainda em combate contra os atenienses.

Em um segundo momento (segunda etapa), todavia, os escudeiros teriam recuado de modo a passar a ideia de franca retirada da batalha.

Os atenienses, na primeira etapa, avançaram no mesmo ritmo do recuo dos escudeiros, mas, quando estes pareciam debandar da batalha, os atenienses perseguiram seus adversários.

Os atenienses perseguiram e acabaram por ser barrados pelas tropas que simularam a falsa retirada, também acabando por sofrer uma vigorosa ação de flanqueamento pelas falanges macedônicas da extremidade do centro.

Ocorre que os escudeiros haviam recuado até certo ponto, onde teriam ficado em uma posição defensiva elevada, invertendo a vantagem de terreno que antes pertencia aos gregos.

Assim, os atenienses, que antes se encontravam no conforto de uma posição de terreno forte para a defesa, agora se encontravam estendidos e perigosamente expostos.

Assim, os atenienses haviam caído no engodo da retirada falsa e, na ânsia de vencer o combate, perseguiram os escudeiros apenas para serem, na verdade, massacrados.

Quando os atenienses perseguiram os escudeiros, rapidamente uma parte dos batalhões falangistas do centro macedônio virou e atacou.

Simultaneamente, os escudeiros barraram e também atacaram os atenienses.

Manobra de Alexandre e a destruição da Banda Sagrada Tebana

A formação grega estava colapsando e, heroicamente, os amantes da Banda Sagrada Tebana, posicionados na extrema-direita (na outra ponta da formação da linha grega), tentavam conter o avanço total das tropas de Alexandre.

Com uma extremidade da linha colapsando (atenienses), se houvesse o colapso da outra extremidade (tebana), os macedônios poderiam não apenas flanquear o exército grego pelos dois lados, como também atacar pela retaguarda através da sua potente e rápida cavalaria de elite, os Companheiros.

Não se sabe ao certo, mas os soldados do Batalhão Sagrado de Tebas teriam resistido ao máximo no esforço de evitar que a cavalaria de Alexandre contornasse a formação grega, que já colapsava no outro extremo.

Assim, a Banda Sagrada Tebana, igualmente conhecida como Batalhão Sagrado de Tebas, uma unidade militar formidável fundada em 378 a.C., acabou completamente destruída, sendo extinta, pela cavalaria de Alexandre, o Grande.

Os macedônios haviam ganho a Batalha de Queroneia de forma brilhante, o que teria, inclusive, impressionando o próprio Filipe II que sabia das dificuldades de se enfrentar cidades poderosas, como Tebas e Atenas.

Filipe havia vencido com louvor o primeiro grande teste do seu exército recém-criado para somar vitórias contra o Império da Pérsia — o real e grande objetivo do rei do Império da Macedônia.

Monumento em homenagem à Banda Sagrada Tebana.
Parte do memorial em homenagem à histórica unidade militar grega — Banda Sagrada Tebana —, onde estão enterrados, com respeito e lado a lado, mais de 260 esqueletos da unidade de elite de Tebas. Créditos: Philipp Pilhofer / Creative Commons.

CONSEQUÊNCIAS DA BATALHA DE QUERONEIA

Além do já referido na matéria, Filipe deu tratamento diferente a Tebas e Atenas, as duas principais cidades que encabeçaram a coalizão grega.

Enquanto Atenas não sofreu o ônus da derrota como se esperava, Tebas foi ocupada, teve o governo deposto e substituído por uma facção pró-Macedônia.

Alguns anos depois, Tebas seria totalmente destruída pelas tropas de Alexandre em uma ação extremamente cruel que macularia a reputação do conquistador invencível, mas que também traria uma sombria paz à Grécia.

Atenas, por outro lado, embora tenha perdido a sua independência, continuou seu governo, incluindo um pequeno domínio colonial, mas evidentemente submissa à Macedônia.

Não se sabe ao certo, mas Filipe II parecia bastante interessado no que faltava ao seu exército e os atenienses possuíam em demasia: bons navios e marinheiros habilidosos.

Além de Atenas e Tebas, Filipe foi razoavelmente generoso com tantas outras cidades, como Corinto.

A ideia de Filipe sobre a Grécia era a de mantê-la com estabilidade e próspera, embora subjugada.

Ocorre que Filipe II enxergava o poderoso Império da Pérsia como o real inimigo do mundo grego e o apoio da Grécia se mostrava fundamental para os seus planos.

No entanto, Filipe II acabaria assassinado em 336 a.C., mas o seu sonho de marchar sobre a lendária e rica Pérsia seria realizado de modo quase mítico pelo seu filho que ficaria conhecido na história como Alexandre, o Grande.

 

Ilustração sobre o assassinato de Filipe II por Pausânias.
O assassinato de Filipe II por Pausânias elevou Alexandre ao trono da Macedônia. Créditos: Ellis, Edward Sylvester, 1840-1916; Horne, Charles F. (Charles Francis), 1870-1942.


COMENTÁRIOS SOBRE A BATALHA DE QUERONEIA

Durante séculos, as falanges gregas formadas por hoplitas representaram o que de melhor havia no campo de batalha do mundo Mediterrâneo, sendo incrivelmente efetivas contra os persas nas Guerras Médicas (500 – 448 a.C.).

Mas os macedônios haviam criado o antídoto para não apenas barrar como também vencer a tradicional arma grega — e o mundo conhecido (pelos gregos).

Isto porque, muito, absurdamente além de Queroneia, o exército do Império da Macedônia acabaria por conquistar inúmeros povos poderosos, incluindo o grande Império da Pérsia quando na liderança de Alexandre, o Grande.

A falange macedônia, em suma, era o refinamento bélico das falanges gregas com elementos de outros exércitos comparados.

A cavalaria criada por Filipe II, os Companheiros (hetairoi), era uma unidade formidável e que representava a principal arma flexível do exército macedônico, ainda que as falanges tenham maior reputação na atualidade.

Nos Companheiros, inclusive, era onde Alexandre costumava combater e se mostraram decisivos em diversas batalhas contras os persas.

Juntos, diz-se, analogamente, que o exército macedônio era uma bigorna e um martelo, sendo a falange e a cavalaria, respectivamente.

Por fim, cabe ressaltar o principal, o ferreiro: o comando superior de Alexandre, o Grande, que soube tirar o melhor proveito das situações, guiando seu exército muito além do mundo conhecido sem nunca ter perdido uma batalha.

Trata-se de reconhecimento universal a genialidade tática de Alexandre que serviu de inspiração para verdadeiros titãs da história, como o último grande conquistador, Napoleão Bonaparte.

Ilustração de Alexandre, o Grande, comandando tropas em batalha.
Alexandre, o Grande, dominou os campos de batalha por onde passou, destacando-se também na política e, assim, cravando o seu nome nos anais da história. Créditos: autoria desconhecida.

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BEZERRA, Eudes de O.. Batalha de Queroneia: a Macedônia conquista a Grécia. In Incrível História. Disponível em: << https://incrivelhistoria.com.br/batalha-de-queroneia/ >>.

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REFERÊNCIAS PRINCIPAIS:

FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. 6 ed., 4ª reim. São Paulo: Contexto, 2021.

GILBERT, Adrian. Enciclopédia das Guerras: Conflitos Mundiais Através do Tempo. trad. Roger dos Santos. São Paulo: M. Books, 2005.

GIORDANI, Mário Curtis. Antiguidade Clássica I: História da Grécia. 2ª ed. Petrópolis: Vozes, 1972.

PLUTARCO. Alexandre e César: as vidas comparadas dos maiores guerreiros da Antiguidade. trad. Hélio Vega. 4. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.

RATHBONE, Dominic. História ilustrada do mundo antigo: Um estudo das civilizações da Antiguidade, do Egito dos faraós ao Império Romano, passando por povos das Américas, da África e da Ásia. trad. Clara Allain. São Paulo: Publifolha, 2011.

WEIR, William. 50 Líderes Militares que Mudaram a História da Humanidade. trad. Roger Maioli dos Santos. São Paulo: M. Books do Brasil Editora Ltda, 2009.

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Autor Eudes Bezerra
Autor: Eudes Bezerra

37 anos, recifense, graduado em Direito e História. Diligencia pesquisas especialmente sobre Antiguidade, História Militar, Crime Organizado e Sistema Penitenciário. Gosta de ler, escrever, planejar e executar o que planeja.

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