Germânicos: história, migrações e invasões (resumo)

germânicos germanos
Os germânicos, ou germanos: história, povos, características, política, família, economia e guerras e muita resistência e invasões contra Roma. Créditos: autoria desconhecida / Fotomontagem: Eudes Bezerra.

Diferente do imaginado, o universo dos germânicos era extremamente amplo. Muitas informações que temos da Antiguidade são vagas e registradas por historiadores greco-romanos. O que não se pode negar é que as Invasões Bárbaras Germânicas compuseram a principal causa externa da queda de Roma.

AS INVASÕES BÁRBARAS GERMÂNICAS constituem o prelúdio de uma série de outras migrações de povos (eslavos, escandinavos, fineses, árabes, mongóis e turcos), que, no decurso de quase um milênio, transformaram completamente a geografia política da Europa, causando profundas modificações em todos os setores da vida humana e preparando racial e culturalmente a Europa Moderna. (GIORDANI, 1993, p. 7, grifo do autor)

Antes de finalmente se encontrar, seja na paz seja na guerra, romanos e germânicos estiveram por bastante tempo bem próximos e ao mesmo tempo afastados um do outro e pelos mais diversos motivos.

Notas:
1] Para manter a didática, os termos germano e germânico terão o mesmo sentido no decorrer do texto.
2] As fontes acerca de alguns pontos desse assunto ou são escassas ou inexistentes, principalmente acerca da origem remota dos germanos.
3] Matéria genérica sobre os germanos. Isto é, aqui encontrará os meios de vida convencionais destes povos até as invasões contra o Império Romano. Quando oportuno, alguns povos serão destacados.

Boa leitura!

SUMÁRIO DOS POVOS GERMÂNICOS

1. Quem eram os germânicos? A origem dos Germanos ou Povos Germânicos
2. Migrações e invasões germânicas
3. Política e sociedade dos germânicos: organização tribal e família
⠀⠀3.1 A família germana
4. Guerra germana (Germânica)
5. Economia germânica
6. Religião germânica
7. Relações entre romanos e germanos
⠀⠀7.1 Relações pacíficas
⠀⠀7.2 Relações agressivas
8. Átila, o Flagelo de Deus, e as Invasões Bárbaras
9. Hunos derrotados, Império Romano derrotado, reinos germanos por todo lado!
Referências

1. QUEM ERAM OS GERMÂNICOS? A ORIGEM DOS GERMANOS OU POVOS GERMÂNICOS

Os germanos, ou germânicos, formam um dos grandes e mais bem sucedidos povos indo-europeus a sobreviver na Europa antiga.

Existem poucas fontes sobre as origens dos germanos devido à sua forte tradição oral. Alguns dos povos escreviam runas, mas em raros momentos.

Além disso, a maioria das fontes são antigas e, em quase totalidade, escritas por estrangeiros, como romanos e gregos que atribuíam aos povos externos o status de inferiores.

A arqueologia que traz informações mais confiáveis e nos ajudam a compreender melhor a origem destas populações. No entanto, ainda há muito por descobrir.

O que se sabe é que a partir de determinado período, aproximadamente 1.900 a.C., os germânicos habitavam o norte da Europa, nas as atuais Alemanha e Dinamarca, também estando ora na Escandinávia (Suécia e Noruega principalmente) ora mais ao oriente.

Entre os povos de origem germânica, encontravam-se:

  • Godos (Visigodos e Ostrogodos);
  • Vikings;
  • Burgúndios;
  • Vândalo;
  • Bávaros;
  • Lombardos;
  • Gépidas;
  • Teutões;
  • Cimbros
  • Alamanos;
  • Suevos;
  • Anglos;
  • Saxões.

Os germanos teriam recebido esse nome pelos gauleses (antigo povo das atuais França, Suíça e dos Países Baixos) como forma de se referir aos que viviam na margem leste do rio Reno.

Os romanos, que só tardiamente descobriram os germanos, teriam perpetuado o nome através de Júlio César, embora não existisse à época essa noção entre os próprios povos germânicos (inexistia unidade política por parte dos germânicos).

Aliás, os próprios romanos teriam ficado impressionados com a grande estatura dos germanos, muitas vezes também bestializando seu modo rústico de vida, mesmo quando comparado aos gauleses (também vistos como bárbaros por Roma).

germânicos armados para a guerra
Os povos germanos, ou germânicos, eram como uma grande colcha de retalhos que, embora compartilhassem cultura bastante parecida, eram povos separados e independentes e o seu caráter migratório e beligerante sempre trazia grandes mudanças geográficas às regiões que habitavam secularmente. Créditos: autoria desconhecida.

2. MIGRAÇÕES E INVASÕES GERMÂNICAS

As migrações sempre ocorreram ao longo da história e geralmente motivadas por melhores condições de vida.

Algumas vezes alicerçadas por desejos de riqueza – mediante a conquista –, outras por puro medo e necessidade – como as diante de grave ameaça de força invasora superior.

Acontece hoje, acontecia no passado. Poucos séculos antes da queda do Império Romano do Ocidente, fato consumado em 476 d.C., grandes e ferozes ondas migratórias, sobretudo germanas, espalharam-se por diversas regiões da Europa, pressionando as fronteiras do decadente império romano do Ocidente.

3. POLÍTICA E SOCIEDADE DOS GERMÂNICOS: ORGANIZAÇÃO TRIBAL E FAMÍLIA

Um fato rapidamente notado é a ausência de unidade política dos germânicos nos moldes clássicos. Isto é, não construíam grandes centros urbanos do qual emanava as mais diversas regras de caráter geral.

Contudo, a família aparece no centro da vida política germana e dela decorrem os clãs (sipes) e consequentemente as tribos, onde a Assembleia dos Guerreiros seria o órgão máximo.

A Assembleia dos Guerreiros se reunia para resolver conflitos internos, libertar escravos, fazer a guerra ou mesmo buscar a solução para eventos maiores.

Havia, claro, as camadas sociais, como a nobreza, pessoas livres e os escravos (vencidos na guerra por preso por dívidas), mas nada muito diferente da qual estamos habituados a encontrar em outras sociedades.

Essa ausência de centro político derivaria do próprio caráter migratório germano. Völkerwanderung, ou migração, tornava-os seminômades e em constante movimento pelas vastas montanhas e densas florestas que, inclusive, os “separava” das fronteiras do império romano.

legiões romanas na floresta de teutoburgo antes da batalha contra os germânicos
Se por um lado os romanos se beneficiaram da ausência de política central germana para lançar as suas expedições, por outro, viram-se extremamente desconfortáveis quanto aos seus planos de conquista, visto que o gigantesco número de aldeias germânicas isoladas, muitas montanhas, florestas sem-fim e rios e pântanos abundantes dificultavam ainda mais qualquer investida mais direta de Roma. Créditos: autoria desconhecida.

3.1 A família germana

A família, sem dúvida, era o principal núcleo germano, onde as crianças, tanto meninas quanto meninos, participavam das incumbências domésticas até adquirirem idade para se casar (mulheres) ou se tornar guerreiro (homens).

O poder familiar era patriarcal diante da aldeia, mas dividido com a esposa em casa, onde todos participariam, sendo a esposa a responsável por dirigir o ambiente doméstico, principalmente no que tange a educação das crianças e o próprio gerenciamento da casa.

As mulheres geralmente se dedicavam mais ao campo e os homens à guerra (os germanos sempre estavam em conflitos, ao que parece).

Ainda sobre as mulheres, interessante notar seu papel espiritual e médico, visto que eram tidas como mais próximas dos deuses (por isso que em filme você raramente encontra um feiticeiro, mas quase sempre feiticeiras). Também eram parteiras e disputadas videntes.

O casamento monogâmico, onde o adultério era duramente condenado pela sociedade.

mulheres germanas em rituais sagrados
As mulheres germanas tinham um papel de destaque na tribo, atuando como curandeiras, parteiras e videntes. Créditos: Carl Larsson.

4. GUERRA GERMANA (GERMÂNICA)

Traço distintivo dos germânicos era o valor dado aos guerreiros, fossem estes reais ou míticos.

Acima de tudo, eram agricultores e pastores treinados nas mais variadas armas e os chefes de clãs ou tribos costumavam ter seu próprio grupo de guerreiros (comitatus).

O comitatus era a relação existente de suserania e vassalagem, que seria a marca distintiva do sistema feudal que se espalharia após a queda de Roma.

As disputas por pilhagens sacudiam toda a Germânia causando grandes ondas migratórias, que fatalmente acarretavam mais disputas e mais derramamento de sangue.

Pelo caráter seminômade, era extremamente comum disputas entre os próprios germânicos, como no caso dos numerosos Godos que, diante do imparável avanço dos Hunos no fim do século IV, dividiram-se em Visigodos (Godos do Oeste) e Ostrogodos (Godos do Leste).

Em suma, os germanos eram conhecidos por sua ferocidade em batalha e se tornariam guerreiros temidos por Roma, apesar de insultados constantemente, mesmo quando alguns povos atuaram como federados sob o estandarte romano.

guerreiros germânicos esperando a guerra e valhalla
Com grande estatura, robustez física e principalmente modo de luta aguerrido, os germânicos se destacavam facilmente na guerra só de olhar. Sua religião também fornecia elementos para que encarassem seus oponentes com ferocidade, visto que Valhalla os esperava. Créditos: autoria desconhecida.

5. ECONOMIA GERMÂNICA

Essencialmente, viviam da caça, agricultura, pesca e criação de animais, como vacas e cavalos. O rebanho, embora pequeno, desempenhava um papel fundamental ao lado da agricultura.

As pilhagens obtidas através dos conflitos se mostravam uma grande fonte de renda extra, que sempre era cobiçada, planejada e executada.

Na agricultura, as propriedades eram de trabalho e usufruto coletivo e pertenciam ao clã (unidade ligada por laços familiares). Os germanos cultivavam diversas espécies de cereais, como o trigo e a cevada.

Um destaque interessante na economia era a qualidade da metalurgia que, mesmo com processos mais rústicos que os romanos e gauleses, atingiam níveis extraordinários de qualidade.

Os francos, um dos povos germânicos que mais se destacariam após a queda do império romano e fundariam seu próprio reino, mostravam-se como verdadeiros mestres nessa arte.

6. RELIGIÃO GERMÂNICA

Pode-se dizer que a religião dos germanos é bem parecida e bem conhecida através do mundo nórdico (viking), onde Wotan, por exemplo, seria a forma primitiva do deus Odin, ainda que Wotan e Odin sejam sinônimos para alguns dos povos germanos.

Da mesma forma, as valquírias e a sua moradia, Valhalla, os deuses inimigos Balder e Loki, Midgard etc. também são encontrados nos germânicos.

De acordo com alguns estudiosos, os vikings eram, basicamente, germanos que migraram para os países nórdicos e por lá permaneceram por longos séculos até retornarem no fim do século VIII em meio a uma Europa praticamente toda cristã.

Os germanos geralmente veneravam seus deuses e suas deusas em florestas e em campos abertos por conta de sua crença em diversos elementos da natureza (paganismo), tendo os chefes militares também incumbências de ordem religiosa.

Em outros momentos, o chefe guerreiro era auxiliado ou cedia lugar a sacerdotes e principalmente sacerdotisas (as mulheres eram vistas como detentoras de grande espiritualidade, o que inclui todas as esposas nas atribuições em seus lares).

Outro ponto interessante e extremamente comum entre os mais diversos povos germanos, era a importância que atribuíam ao Destino. Não um mero destino, mas a crença no Destino, no qual apoiavam suas esperanças e o caráter belicoso de sua sociedade.

A crença na vida após a morte era amplamente cultuada, principalmente pelos guerreiros que desejavam ir à magnífica fortaleza de Odin, Walhalla/Valhalla, onde um dia poderia retornar como os cobiçados einherjars.

Os einherjars eram os Guerreiros de Odin, que eram selecionados quando mortos em batalha e lutariam ao lado dos deuses contra os gigantes (das montanhas, do gelo e do fogo) e outros adversários igualmente incríveis.

Valquírias de Odin Wotan em busca de guerreiros mortos em campo de combate
As valquírias saiam a serviço de Wotan/Odin para selecionar somente os mais bravos guerreiros, que se tornariam einherjars, os Guerreiros de Odin! Créditos: A Marcha das Valquírias, de Maud William T.

7. RELAÇÕES ENTRE ROMANOS E GERMANOS

O primeiro contato entre romanos e germanos teria acontecido em 113 a.C., quando os germânicos deram uma surra nos romanos. Surra vingada pelo belicoso Mário posteriormente em 102-101 a.C.

O historiador Tácito e Júlio César escreveram bastante sobre os germânicos, mas as fontes costumam não ser confiáveis (por isso se tem dado bastante valor ao trabalho da arqueologia). Não são confiáveis porque os germânicos não formavam um povo apenas, mas uma grande variedade.

Contudo, diversos autores da época relatam as mesmas primeiras impressões que tiveram dos germânicos, como a imensa estatura quando comparado aos próprios romanos, o olhar destemido e desafiador e boa vontade para a guerra (Valhalla os chamava afinal!).

Mário vence os Cimbros
Mário planejou e retribuiu a surra levada no primeiro embate entre romanos e germânicos, quando venceu os Cimbros e levantou o moral dos romanos diante dos “novos” vizinhos. Créditos: Francesco Saverio Altamura / Museo Cívico di Foggia.

7.1 Relações pacíficas

Inicialmente, nos séculos I, II e meados do III, as relações entre romanos e germânicos eram consideradas pacíficas, apesar dos inúmeros conflitos existentes, como a humilhante e decisiva vitória de Armínio na Batalha de Teutoburgo em 9 d.C.

O comércio foi realizado com os romanos adquirindo uma postura mais defensiva. Defensiva não por vontade própria, mas por não conseguir romanizar a Germânia.

Poucos imperadores, como Trajano na conquista da Dácia, adotaram políticas agressivas, tendo a maioria procurado fortalecer as defesas ou mesmo recuado as guarnições romanas.

Essa postura defensiva teria dado aos germânicos um motivo a mais para as invasões finais (fatais ao império).

7.2 Relações agressivas

Nos séculos IV e V, as ondas migratórias se tornaram mais violentas, passando a se tornar verdadeiras expedições militares.

O império romano, nos séculos IV e V, encontrava-se profundamente acorrentado às mais diversas crises, como as de ordem financeira, agrária e administrativa.

Enfraquecidos, os romanos já haviam pactuado com alguns povos germanos porções dos seus domínios em troca da proteção de suas fronteiras contra outros povos, como ocorreu no caso dos emblemáticos Visigodos (Godos do Oeste – ou Godos Ocidentais).

Disso, decorreu grande mesclagem de costumes nas classes mais baixas, diferentemente do que ocorria nas mais altas (ainda havia muita soberba e preconceito por parte dos romanos mais abastados acerca do bárbaro germânico).

Essa mesclagem a partir da fase final do Império Romano do Ocidente viria a criar a base do que chamamos de sociedade feudal, com o crescimento durante toda a Alta Idade Média e o declínio logo no início da Baixa Idade Média (do século XI ao XV).

pintura apoteose de homero sobre o termo bárbaro
A cultura greco-romana se habituou a chamar aqueles que eram diferentes de bárbaros. Os gregos, por exemplo, referiam-se a qualquer povo que não falasse bem a sua língua de bárbaros (um termo pejorativo). Os romanos, por sua vez, seguiram o exemplo grego e apelidaram seus vizinhos igualmente de bárbaros. Créditos: Apoteose de Homero, de Jean-Auguste Dominique Ingres / Museu do Louvre, França.

8. ÁTILA, O FLAGELO DE DEUS, E AS INVASÕES BÁRBARAS

No século V, uma grande onda migratória explodiu no leste europeu com a chegada dos habilidosos e vorazes cavaleiros hunos sob a liderança de Átila, o Flagelo de Deus.

Os Ostrogodos (Godos do Leste – ou Godos do Oriente) teriam sido as primeiras vítimas germanas dos hunos ainda no século IV e acabaram por firmar uma aliança militar mais parecida com um pacto de servidão aos seus agressores, os hunos.

Diversos outros povos germanos e eslavos foram empurrados para dentro ou contra o império romano (ora ocidental ora oriental), ocasionando diversas escaramuças ou mesmo batalhas sangrentas.

Era todo o mundo romano em um grande, rápido e confuso movimento fatal, que se costuma chamar de Invasões Bárbaras.

Nesse ponto, os hunos, particularmente diferentes fisicamente dos europeus, logo foram estigmatizados como animais deformados e afins, como se pode ler a seguir:

Todos eles têm membros compactos e firmes, pescoços grossos, e são prodigiosamente disformes e feios que os poderia tomar por animais bípedes ou pelos toros desbastados em figuras que usam nos lados das pontes.

[…] Tendo porém o aspecto de homens, embora desagradáveis, são rudes no seu modo de vida, de tal maneira que não tem necessidade nem de fogo nem de comida saborosa; comem as raízes das plantas selvagens e a carne semicrua de qualquer espécie de animal que colocam entre as suas coxas e os dorsos do cavalos para as aquecer um pouco. (ESPINOSA, apud: BRAICK; MOTA, 2007, p. 105)

O texto acima revela a estranheza e a habitual visão aversa ao diferente já existente há muito tempo na humanidade, ainda mais quando o bestializado parece ser invencível para o então conquistador, como era o caso de Roma.

representação de Átila o huno
Os hunos liderados por Átila, o Flagelo de Deus, eram incríveis cavaleiros advindos das Estepes Asiáticas e de origem provavelmente mongólica. Trouxeram consigo os ingredientes que faltavam para ferver o caldeirão de guerra europeu: flechadas rápidas e certeiras e grande um terror até então desconhecido! Créditos: Carlo Brogi.

9. HUNOS DERROTADOS, IMPÉRIO ROMANO DERROTADO, REINOS GERMANOS POR TODO LADO!

Os avanços, extermínios e extorsões dos hunos foram encerrados na sangrenta Batalha dos Campos Catalúnicos, na atual França, onde em 451 romanos e os hunos, cada lado apoiado por diversos povos germanos, definiram o declínio dos hunos.

Posteriormente, os Ostrogodos e outros povos se rebelaram contra o jugo huno, assinalando de vez o fim dos invasores das estepes.

Em 476, o imperador romano ocidental, Rômulo Augusto, era deposto por Odoacro, rei germano dos Hérulos.

Com hunos e o Império Romano do Ocidente derrotados definitivamente, os povos germanos fundaram uma série de novos reinos por toda a Europa Continental, a Bretanha e o norte da África.

Com os centros urbanos infestados por ameaças de saques e destruição, muitos camponeses se refugiram em regiões mais remotas sob a guarda de algumas pessoas com melhores condições de defesa.

Esse processo marcou ruralização, o que por sua vez contribuiria para a fundação dos feudos medievais e acabaria com o comércio na Europa por séculos.

migrações e invasões germânicas no império romano
Os povos bárbaros caíram sobre o século V como uma avalanche de aço, causando enorme confusão e deixando um rastro de destruição que acabou com a maioria dos grandes centros urbanos. Créditos: autoria desconhecida.

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REFERÊNCIA(S):

GILBERT, Adrian. Enciclopédia das Guerras: Conflitos Mundiais Através do Tempo. trad. Roger dos Santos. São Paulo: M. Books, 2005.
GIORDANI, Mário Curtis. Antiguidade Clássica II: História de Roma. Petrópolis: Vozes, 1965.
GIORDANI, Mário Curtis. História dos Reinos Bárbaros I. Petrópolis: Vozes, 1993.
GIORDANI, Mário Curtis. História dos Reinos Bárbaros II. Petrópolis: Vozes, 1993.
NEWARK, Tim. História Ilustrada da Guerra: Um estudo da evolução das armas e das táticas adotadas em conflitos, da Antiguidade à Guerra de Secessão dos Estados Unidos, no século XIX. trad. Carlos Matos. São Paulo: Publifolha, 2011.
RATHBONE, Dominic. História ilustrada do mundo antigo: Um estudo das civilizações da Antiguidade, do Egito dos faraós ao Império Romano, passando por povos das Américas, da África e da Ásia. trad. Clara Allain. São Paulo: Publifolha, 2011.
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Autor: Eudes Bezerra

33 anos, pernambucano arretado, bacharel em Direito e graduando em História. Diligencia pesquisas especialmente sobre História Militar, Crime Organizado e Sistema Penitenciário. Gosta de ler, escrever, planejar e principalmente executar o que planeja. Na Internet, atua de despachante a patrão, enfatizando a criação de conteúdo.

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